ILHA DA MADEIRA...O PARAÍSO É
AQUI
Sempre gostei de ilhas. E depois de conhecer um pouco sobre turismo insular minha paixão só aumentou.
Semana passada fui com meu grupo da Universidade estudar turismo insular in locco, e na Pérola do Atlântico, a ilha da Madeira!
Uma hora e meia de voo de Lisboa para Funchal, a capital e já estava eu numa das ilhas mais turísticas da Europa que há mais de 200 anos recebe visitantes de todo o mundo.Duas ilhas principais e algumas pequenas desabitadas.A capital, Funchal, segundo a história, leva esse nome por causa da existência do funcho. E eu vi muito funcho, nos jardins e no mercado.

Para chegar lá, somente em um cruzeiro ou em avião.
Chegando em avião, você desembarca do aeroporto que hoje leva o nome do seu mais ilustre filho: Aeroporto Cristiano Ronaldo!
Do aeroporto para Funchal o caminho e lindo. Muito oceano, muitos tuneis, elevados, e uma paisagem de linda, de casas brancas com telhados vermelhos.
A RUA SANTA MARIA
Na zona velha da cidade, bem pertinho do porto, fica a rua mais emblemática de Funchal. A rua Santa Maria conta a história da cidade e é uma mistura de turismo tradicional, aquele com muuuitas lojas de souvenires e de tudo em quanto, como dizem meus conterrâneos, de restaurantes hotéis e hostels. Justo ali está a residência estudantil da Universidade da Madeira! Que triste ficamos!!!!!
Mas o que mais chama a atenção na rua Santa Maria é a arte urbana que transformou as portas, todas as portas, em verdadeiras obras de arte!

Mas nem só de fado vive a madeira. Quando a noite chega, a diversão está garantida, pra todos os gostos!
O MERCADO DOS LAVRADORES
PARA O MONTE...DE TELEFÉRICO!
Subir para o monte de teleférico é um passeio maravilhoso, pela vista que se tem da cidade e do porto, e também que, lá em cima do monte, como os locais chamam, há lugares lindos de se visitar: um jardim, uma igrejinha antiga, mais bares e restaurantes, mais lojinhas, mais artesanatos e produtos típicos, e o passeio de carro de cesto!
O FESTIVAL DAS FLORES
Para comemorar o inicio da primavera, a cidade organiza o festival das flores, de meados de abril ate as primeiras semanas de maio. O centro da cidade todo decorado com flores, rainhas e raparigas enfeitadas com flores, muita degustação de vinho, comidas tipicas, desfiles e concursos. Muitas flores e jardins pelas ruas da cidade.
E, como não poderia deixar de ter, uma foto dos meus coleguinhas de classe...
EM BUSCA DE BALEIAS E GOLFINHOS
Fomos, um passeio muito bom. Estava com saudades de sentir a brisa marinha, ouvir as ondas...Mas os golfinhos não foram gentis comigo!Ou eu não fui suficientemente ágil para tirar as fotos... E as baleias não quiseram aparecer nesse dia. Valeu o passeio e os bons companheiros!
AS LEVADAS DA MADEIRA
Levadas são caminhos construídos há muitos anos, de pedra que levavam a água das nascentes em cima dos montes, até as aldeias. Hoje esses caminhos ainda funcionam e foram transformados em trilhas para os turistas.
Também subimos o pico do Areeiro, fomos ao miradouro do juncal e fomos conhecer os reservatórios de neve, que eram usados para armazenar o gelo que iria ser transportado para a cidade e agora recuperados são atracões turísticas, alem do Parque Florestal do Ribeiro Frio onde se encontra a Floresta Laurissilva, Patrimônio Natural da Humanidade, e a cidade de Porto Cruz, onde ainda funciona um engenho de cana.
Enfim, para conhecer e amar pra sempre essa ilha, talvez nem precisasse muito tempo, mas são muitas coisas lindas e interessantes que, uma semana seria de bom tamanho.
Diz o povo, que quem vai pra Madeira precisa comer bolo do Caco, tomar poncha, comer picadinho e a espetada. Eu fiz tudo isso! E pra provar tenho fotos! Epa...do picadinho não! foi no fim do dia, depois das levadas! só queria comer!!!!
Uma coisa chamou a atenção em todos os lugares que andei, seja na capital ou nas aldeias, todos parecem se dar muito bem com tamanha invasão de turistas e com a babel de idiomas que se ouve por todos os lados. Dizem os locais que eles convivem ha mais de duzentos anos com turistas...Aprenderam a conviver. Apesar disso, o turismo na ilha não me pareceu uma tradição inventada para agradar a geografia imaginativa do visitante.













































































Comentários
Postar um comentário