Turistando em Cusco, Peru

Turistando em Cusco, Peru

Um jeito fora da caixinha de chegar, se deslumbrar e aproveitar! 


Sempre quis conhecer o Peru, principalmente a parte arqueológica. Sempre me fascinou a civilização Inca com sua cultura e tudo o mais.

Nesse inicio de solstício de inverno, no mês de junho, acontece em Cusco o Festival Inti Raymi, uma festa Inca ao deus sol. E lá fomos nós...

Como chegar

Existe duas formas no geral,  de chegar a Cusco: a primeira você compra uma passagem aérea pela LATAM, no meu caso, do Rio até lá. Bem carinho, com conexão em Santiago, Chile e sem aventura!  
A segunda você compra uma passagem aérea por outra companhia aérea  até Lima e aproveita pelo menos uns dois a três dias em Lima pra conhecer a cidade. Foi o que fizemos. Previamente reservamos um hostel em Miraflores e ficamos dois dias a perambular pela cidade. Lembro vocês que dois dias é pouco! Apesar de a cidade não ser a mais linda capital latino americana e ter um transito caótico, a parte turística e histórica é muito bacana e vale a pena conhecer.  Usamos  em lima transporte público  (bem fácil), caminhar, caminhar e caminhar a pé,   e UBER, valeu a pena.

Passeios imperdíveis que fizemos  e super recomendados:
1. Passear a pé por Miraflores - muitas praças, ruas e prédios lindíssimos. Tudo muito limpo e bem cuidado e seguro. Muitas, muitas flores. Deve ser bem difícil de cuidar, pois em Lima quase nunca chove (uma benção!). O clima frio também ajuda! 




2. Malecon de Miraflores - uma espécie de calçadão e parque, Como a cidade está em uma falésia, ele fica no alto e não na beira do mar como em outros lugares, ali se encontra de tudo: pista de caminhada, de ciclistas, parques com brinquedos infantis, quadras, pista de skate e, principalmente, muito verde, bancos, pequenos quiosques e bares, voos de parapente e uma vista incrível do pacífico. Mas para mim, o melhor e impagável momento foi o por do sol.










3. Shopping Larcomar - é um shopping bem diferente em termos arquitetônicos (no demais é igual a qualquer outro!). Está praticamente pendurado sobre o Pacífico, além de ser um shopping praticamente a céu aberto e com uma vista linda da cidade e do Oceano. Vale a pena um passeio.


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4. Sítio arqueológico Huaca Pucllana - de culturas pré Incaica e bem no meio do bairro de Miraflores, ao lado de edifícios residenciais modernos e inúmeros restaurantes. No sitio há também um museu e um ótimo restaurante. Fizemos o tour guiado ( o guia Jorge, uma figura!!!) de 1h . A história contida nas ruínas é fantástica e nos remete a uma época muito além da incaica. Você pode ir caminhando de qualquer ponto do bairro, é tudo muito sinalizado. Vale a pena conhecer!





5. Centro Histórico de Lima -  muito lindo! Tem uma característica bem espanhola e é bem conservado. Muitas lojinhas, muito artesanato. O conjunto arquitetônico é um dos mais bonitos da América. Aí as opções são muitas, a sugestão é você pegar um mapa turístico e escolher. Fazer os lugares que achar melhor lendo, conversando com os locais... As vezes, ao virar uma esquina, se encontra uma escavação, dando a impressão que a cidade toda esta sob um grande sítio arqueológico. Vale muito a pena! 









Depois de Lima, Cusco!!

Para Cusco,de Lima, há duas maneiras de chegar: de ônibus, que não recomendamos, a não ser que você seja muuuito aventureiro, pois a viagem leva muito tempo e atravessa a cordilheira. 

A segunda é escolher uma companhia aérea de sua preferencia e encarar mais ou menos uma hora de voo até Cusco. Muito tranquilo o voo.

Chegando na cidade, já ao descer do avião senti o famoso "mal de altura", muita dor de cabeça, tontura e enjoo. Chegando ao hostel (Hattum Quilla), um chazinho de folha de coca já esperava no quarto, muita gentileza de Geovana e do senhor Julio, os maravilhosos donos do hostel, por sinal numa ótima localização, bem pertinho da Praça das Armas, centro da cidade. Além do chá, tomei também uns comprimidos que compramos em uma farmácia, por orientação de Geovana. No dia seguinte já estava pronta para enfrentar o frio, a dificuldade em caminhar rápido e de  subir escadas por causa da altitude.

 No primeiro dia foi muito caminhar e conhecer o centro histórico e os muitos museus da cidade que já estava em festa com muitos desfiles pelo dia 24/06, dia do Campesino e previa do grande festival Inti Raymi.

Uma cidade linda,com muitas flores e um povo muito simpático. Das 11 horas da manha até mais ou menos as 15 horas, convive-se com um sol bem quente onde os casacos, ponchos, luvas e etc, são totalmente dispensados. Porém, a partir daí, o frio vai chegando forte e gostoso! Pegamos temperaturas de 3 a zero graus! Então o jeito foi andar com muitos casacos e ponchos a tiracolo.

Algumas coisas me chamaram muito a atenção (apesar de minha promessa de ser apenas uma turista e não fazer analises!):primeiro a imponência das igrejas , na maioria construídas sob os templos Inca e que agora, com a forca do turismo, estão escavando ruínas sob suas paredes  para o turista ver. Outra coisa foi a bandeira. A primeira vista a confundi com a bandeira do Orgulho Gay! Mas o mais interessante foi ver que, apesar do grande numero de pessoas circulando pelas ruas e praças, os canteiros floridos continuavam intactos, e as ruas limpas. Ah, e muuuuito artesanato! Pra todos os gostos e bolsos.

















Já que estamos no Vale Sagrado, vamos conhecer Machu Pichu!!!

Impossível não aproveitar! O importante é pesquisar bem os preços e os horários. Julio, o dono do hostel que estávamos hospedados nos ajudou muito, pois nao quisemos usar os serviços de uma das muitas agencias de turismo da cidade e ir por nossa conta. Como em Cusco (e como descobrimos depois, em todo o Vale Sagrado) tudo é negociado em dólares americanos. as opções variam muito, Você pode escolher chegar a cidade sagrada, com aventura ou sem aventura!



Sem aventura (no meu conceito de aventura, diga-se de passagem!) mas com muito conforto, pode-se ir de trem ( de Poroy a estacão do trem, vai direto até Águas Calientes, numa viagem que leva aproximadamente 3 horas, pelos trens da  Peru Rail). Aí, os preços - em dólares variam bastante, com o varia também a qualidade dos serviços oferecidos.

Embarcamos em uma van que nos pegou no hostel, no horário combinado (saímos as 8h) e seguimos por estradas com muitas curvas mas com asfalto e uma paisagem belíssima até uma cidadezinha chamada Santa Maria. De aí em diante a estrada ficou cada vez mais curvilínea e sem asfalto! bem perigoso, O que ajudou muito foram os dois comprimidos de Dramin que tomei e a solidariedade dos companheiros de viagem, a maioria estrangeiros, mochileiros também, mas muitos peruanos indo conhecer a Cidade Sagrada.Entre paradas para lanche e almoço, chegamos ao ponto final - um lugar chamado Hidroelétrica, por volta das 14 horas. Ai, há duas opções de seguir viagem: pode-se comprar uma passagem de trem (em dólares e cara!) ou seguir a pé até Águas Calientes - ou Pueblo Machu Pichu como é chamado agora.



Preferimos a segunda opção como muitos de nossos companheiros de viagem. O inicio é meio difícil pois é preciso subir um caminho bem íngreme até chegar ao trilho de trem certo; dez minutos não mais. Aí é so seguir pelos trilhos. Muito boa a caminhada, uma paisagem maravilhosa. Sem muito esforço, levamos 3 horas até o ponto final. Cheguei morta com farofa!!! O bom é que quando você chega na cidade, há varias pessoas oferecendo hospedagem. Ficamos em um hostel bem em conta com um bom quarto individual e com banheiro privado. Pena que não tinha café da manha.


Como já tínhamos os bilhetes da entrada para Machu Pichu e do ônibus para subir, acordamos as 5 horas, pois queríamos ver o nascer do sol lá em cima. Ao chegar no ponto de embarque, a fila já estava quilométrica. Havia começado a se formar as 3 horas da madrugada. Não demorou muito porém e estávamos subindo. Sao 14 curvas bem longas e com muitos precipícios.  



O sítio todo é muito bonito valeu todo o esforço. Porém algumas análises são imprescindíveis pois algumas coisas decepcionam um pouco. A primeira e a quantidade de gente lá em cima. Pra se conseguir uma foto sozinha um um lugarzinho pra se meditar naquelas belezas históricas, é uma disputa férrea!! Muitos guias, muitas ofertas, muitos sotaques e muitos cliques...Enfim dá uma certa tristeza.

ficamos lá caminhando e rememorando a história do Imperio Inca umas 3 horas. Depois para descer, sem querer pagar 20 dólares, resolvemos descer a pé. Maravilha, consegui umas fotos fantásticas mas na quinta curva eu já estava sem conseguir andar! Aí pedimos carona a um motorista de onibus que estava descendo sem passageiro. Por 10 soles nos levou até a cidade e nos proporcionou uma ótima e esclarecedora conversa sobre a questão do turismo e as comunidades locais.










Águas Calientes é um povoado lindinho e vale a pena caminhar por suas ruas, ver os artesanatos, tomar um pisco em algum dos muitos bares ou restaurantes. 





Voltamos de trem para a hidroelétrica (35 dólares! 40 minutos); o cansaço não deixou fazer a trilha de volta. Lá chegando , depois de muito esperar e de alguns percalços com o motorista da van, embarcamos de volta a Cusco.  


O festival Inti Raymi


No sábado 24, bem cedinho fomos buscar lugar para assistir ao festival - nosso objetivo primeiro de viagem!

O festival é dividido em 3 partes que acontecem em três lugares diferentes. A primeira se passa no Qorikancha, antigo Templo do Sol, sobre o qual os padres construíram uma monumental igreja ( e hoje estão escavando o que sobrou das ruínas para os turistas apreciarem!) Infelizmente quando chegamos, já não havia nenhum lugar e então seguimos para a Plaza de Armas, lugar do segundo ato do festival.

Ali conseguimos acompanhar toda a cerimonia, muito linda!

Todo o ritual tem uma história que vai sendo contada. Muito bem elaborada. O que deixa um pouco a desejar é a paisagem! Voce esta concentrada, se transporta para o tempo incaico atraves da cerimonia e da musica e, de repente ve asigrejas e a realidade volta!















Antes de terminar a cerimonia na Plaza de Armas, nos dirigimos ao local final do festival (nós e mais meio mundo de pessoas!) para ver se conseguíamos um lugar para assistir, de longe, pois ai o festival era feito em um sitio arqueológico fechado e o ingresso era muito caro (em dólares).
Subimos pelas ladeiras da cidade por uns 3 km a pé, andando devagar e seguindo a multidão, até chegarmos ao topo de um monte no sítio arqueológico  de Saqsaywaman. Ao chegarmos, infelizmente os melhores lugares já estavam tomados por locais e turistas estrangeiros; muitas famílias fazendo pic nic e muitos vendedores, principalmente de cuy (porquinho da índia) assado, com batatas que eram assadas não muito longe dali em fornos construídos manualmente, uma tradição milenar dos locais neste dia do festival.    













 É claro que não poderia faltar um protesto de professores!!!


Bom, se valeu a pena???? Sim, sim, sim! Muito. É a visualização in loco de anos de leituras e aprendizados. Uma fantástica aula ao vivo. Sem, claro deixar de lado as análises de uma realidade - principalmente durante o festival, muito teatralizada e para turista ver, onde os verdadeiros descendentes do povo Inca representado na cerimonia, não podiam pagar para assistir e estavam vendendo suas mercadorias para sobreviver nos outros dias do ano. Mas, enfim..Qualquer semelhança com as demais realidade latino americanas, não é mera coincidência. 

Comentários

  1. Nooossaaa, ficou excelente!! Essas dicas vão contribuir bastante com muitos mochileiros interessados em visitar Lima e Machu Picchu!

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  2. Ficou demais! Lindo todos os lugares.

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  3. Gostei muito das informações, ainda quero visitar Machu Pichu....esse festival ocorre anualmente?
    Abraços, Caroline

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  4. Carol Obrigada pelo seu comentário sim. O festival sempre acontece em junho, no solstício de inverno. Dá o um mês de comemorações que culminam no dia 24 com o festival.

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  5. Oi, o meu nome é Camila, e eu sou aluna do Nadson.

    Eu devo dizer que o talento que vocês têm pra tirar fotos boas é espantoso e que, sinceramente, se não fosse pela viagem ao Peru ser mais cara que a pro México, eu adoraria ir em Machupicchu - pra ver aqueles blocos de pedra bem talhados em primeira mão - e em Miraflores...

    Só me resta esperar que a visão dos sítios arquelógicos do México seja tão deslumbrante quanto o é no Peru - e torcer pra passar por um parque florido como o do JFK de Miraflores.

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  6. Ler essa matéria só deixa a gente com mais vontade de pegar um avião agora para o Peru.
    Engraçado como a gente não percebe que existem tantas belezas nos países próximos ao nosso. Miraflores é tão bucólica que parece que estamos em um jardim enorme, já imagino quantas fotos irei tirar nesse lugar. E realmente, o pôr-do-sol visto de cima da falésia é incrível. Belíssimas fotos.

    Espero muito ansiosamente pela trilha até Machu Pichu, amo aventuras. E não posso deixar de falar do Inti Raymi né. Imagino como deve ser esse festival maravilhoso.
    Que a nossa viagem seja tão prazerosa quanto a de vocês.

    Parabéns pelo blog!'

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    1. Que bom que você gostou Fernanda! E que pude te ajudar com minhas informações. Obrigada e continue acompanhando...

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  7. Conhecer Machu Picchu sempre foi uma vontade minha, ver essas fotos e ler os relatos, além de aumentarem esse desejo, abriram minha visão sobre o Peru como um todo. Miraflores realmente parece linda, explorar Lima vai ser uma experiência maravilhosa.
    Além disso, o Festival Inti Raymi parece ser muito parece ser uma festa muito rica culturamente, mal posso esperar para estar lá.

    Parabéns pelo blog e obrigada pelas dicas!

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    1. Valeu Carolina! estou na torcida pra que vc possa conhecer estas maravilhas ao vivo e se apaixone cada vez mais pelo Peru, como eu me apaixonei.

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  8. Olá, meu nome é Renata e eu sou aluna do Nadson.

    Primeiramente, parabéns pelo blog e pelas fotos! Sempre quis conhecer e viajar pelos países da América Latina, lugares tão ricos e cheios de história antiga e que muitas vezes não percebemos.

    Espero conseguir conhecer Cusco e Lima na época do festival do Inti Raymi, realmente vai ser um diferencial. Espero provar da gastronomia, cultura e história desse lugar quando for e gostar tanto quanto vocês.

    Me espantou a quantidade de gente que visita nessa época e as filas!

    Parabéns e obrigado pelas dicas e fotos!

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    1. obrigada Renata! Fico feliz que vc tenha gostado e que ajudou...

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  9. A arqueologia do Peru sempre me atraiu e estou ansiosa para explorar Machu Picchu (quem sabe chegando lá a pé e não de trem, hahaha).

    Fiquei curiosa quanto à imponência das igrejas e feliz com a riqueza de detalhes oferecida nas descrições e fotos, que mostram toda a alegria presente nesses locais. Vão ser de bom uso.

    Parabéns!

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    1. Obrigada Maria. Feliz que tenha gostado. Espero que vc possa ir ate la e ver tudo ao vivo e a cores!

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  10. Olá, me chamo Ana Clara e também sou aluna do Nadson.
    Em primeiro luar, parabéns pela iniciativa do blog, é interessante perceber como o turismo pode ser feito de muitas outras maneiras fora daquele programa de viagem vendido sem muitas formas de adequação ao turista.
    Achei interessante como ao mesmo tempo em que vocês aproveitam a cidade, também enxergam os impactos do turismo e da história no social, muito semelhante ao que ocorre no Brasil.
    Gostaria de ter essa sensação, dentro de outro país, de se alegrar e e agradecer por poder viajar ao mesmo tempo que enxerga de forma critica o processo de colonização e de formação das atuais desigualdades sociais. Acredito que o ápice do turismo é quando aproveitamos o lugar e também entendemos o papel dele para os que ali o vivem, coisa que você descreveu muito bem, parabéns.

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    1. Ana Clara, valeu ! Acredito que trabalhar com Turismo ou mesmo ser somente turista, e um compromisso com a analise real dos lugares. Aprendemos a medida que nos deslumbramos com o lugar, mas sambem quando podemos perceber a atuação negativa que o turismo provoca nos lugares e nas comunidades...Valeu pelos elogios!

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  11. Olá, meu nome é Lara Duenas e sou aluna do Nadson. Também compartilho do interesse por viagens, especialmente para explorar o âmbito hitórico cultural. Gostaria de parabenizar pela iniciativa do blog. Excelente trabalho!

    Lindos registros! Definitivamente aumentou meu anseio de conhecer o Peru. Parece ser uma experiência incrível, obrigada por compartilha-la conosco.

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  12. Olá, me chamo Larissa Torres e também sou aluna do Nadson, e devo falar que este post aumentou ainda mais o meu interesse pelo Peru e tudo que engloba esse lindo país. Além das fotos que aguçaram a nossa imaginação sobre o lugar, as suas informações pessoais também foram de grande valia para qualquer um que queira fazer a viagem, mas principalmente aqueles que procuram por um turismo fora dos padrões de agências.
    Tenho certeza que deve ter sido uma viagem extremamente enriquecedora, em diversos aspectos. Parabéns pela iniciativa do blog!

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    1. Obrigada Larissa! Realmente uma viagem de encontros e descobertas nesse país tão lindo!

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  13. Oi, me chamo Kelvin Fernandes. Sou um dos alunos do Nadson. Ele recomendou a leitura do seu blog. E wow, nossa, aumentou muito minha vontade de conhecer o Peru. Ainda mais depois das dicas de passagens aéreas e alguns pontos turísticos. Muito obrigado!

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    1. Kelvin você vai amar mais ainda, ao vivo e a cores! Muitas cores...

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  14. Olá, me chamo Luiz Fernando e sou um dos alunos do Nadson. O blog em si é muito informativo e bem organizado, sugiro uma aba de tópicos para assuntos diversos e que ao mesmo tempo conversem entre si. As dicas que aqui são dadas vão contribuir em peso pra viagem que estamos organizando, eu espero que fique cada vez melhor com os conteúdos e que as postagens sejam frequentes pois eu adorei. Parabéns pelo trabalho!

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  15. Este comentário foi removido pelo autor.

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  16. Oi, me chamo Alessandra Guimarães e sou aluna do Nadson! Nossa, gostei muuuuuuito das fotos!!!!! Elas transmitiram toda a alegria e que vocês tiveram ao estar lá presenciando a riqueza cultural dos rituais, da arquitetura e da natureza!!! O vestuário da cerimônia é lindo demais!
    Parabéns pela iniciativa, com certeza um dia irei pra lá pra beijar todas as lhamas (alpacas?) que existem. Se elas não me cuspirem primeiro.

    Obrigada!

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